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Ancorado, Vale do Pati - BA

Vale do Pati - Desvendar

Aventure-se na versão mais desafiadora do Pati! São 05 dias e 81km de pura adrenalina e paisagens que só os mais audaciosos alcançam. Partindo do Vale do Capão, este roteiro difícil promete uma imersão profunda e inesquecível. Aceite o desafio e grave sua história nas montanhas!

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Partida - Vale do Capão

Distância - 81km

Duração - 04 noites e 05 dias

Nível de dificuldade - Difícil

O que está incluído no roteiro?

Hospedagem
Alimentação
Seguro Aventura
Guias Certificados
Translado

Itinerário e Atrações

Conheça a fundo o seu roteiro. Detalhamos abaixo o itinerário dia a dia, incluindo as distâncias percorridas, pontos de apoio e locais de pernoite. Uma visão clara de todas as atrações que esperam por você.

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A Travessia dos Gerais: Do Capão à Rampa do Pati
O Início da Jornada: Desafio e Mirantes do Vieira
Travessia do Córrego das Galinhas, ponto de água estratégico próximo à subida da Rampa do Pati, Chapada Diamantina.

Primeira parada - Km 02

Córrego das Galinhas

A jornada começa com um desafio: a subida até o Córrego das Galinhas. A primeira parada para descanso acontece a cerca de 2 km após o Bomba. Superada essa subida íngreme, a trilha se torna mais suave, com uma caminhada tranquila pelo vasto Gerais do Vieira.

Pequena construção rústica de pedra e madeira conhecida como Rancho, isolada na paisagem de montanha do Vale do Pati sob o céu aberto.

Segunda parada - Km 06

Rancho

Seguindo a caminhada pelos Gerais do Vieira, alcançamos o Rancho. Este ponto é ideal para uma pausa estratégica na sombra, onde podemos reabastecer a água e fazer um lanche rápido. Aqui você experimentará uma das águas mais geladas do Parque Nacional da Chapada Diamantina

 

Vista do Mirante do Quebra Bunda no Vale do Pati, o primeiro ponto panorâmico para quem inicia a travessia a partir de Guiné, Chapada Diamantina.

Terceira parada - Km 07

Mirante do Quebra Bunda

Nossa terceira parada nos presenteia com o Mirante do Quebra Bunda. De lá, é possível avistar toda a extensão do caminho já percorrido nos Gerais. Estaremos em frente ao icônico Morro Manoel Vitor, um dos símbolos da região.

Vista do Mirante do Morro Branco para os imensos paredões do Vale do Pati e arredores, um dos pontos mais altos da travessia na Chapada Diamantina.

Quarta parada - Km 09

Mirante do Morro Branco do Pati

Continuamos a apreciar a paisagem no Mirante dos Gerais do Vieira, conhecido localmente como "Rampa de Delson". Particularmente, um dos melhores lugares para uma pausa: apenas o som da natureza.

 

Oito amigas sentadas no Mirante do Pati, na Bahia, fazendo um gesto de coração com as mãos diante da imensidão do vale, simbolizando a conquista da travessia.

Quinta parada - Km 17

Mirante do Pati

Chegamos a um marco importante: o famoso Mirante do Pati. Neste ponto, a vista panorâmica do Vale é a grande recompensa pelo longo dia de caminhada. Reserve um tempo para contemplar a imensidão da paisagem.

Crianças chegando ao topo da Rampa do Mirante do Pati, Chapada Diamantina, celebrando o final da subida durante um trekking em família.

Sexta parada - Km 18,5

Final da Rampa

Nossa penúltima pausa é estratégica, no Final da Rampa. É crucial para recompor as energias e dar um descanso aos joelhos, pois a descida da rampa é intensa e exige total atenção e cautela.

 

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Sétima parada - Km 22,5

Casa de Nativo

A Igrejinha marca o destino final do dia, no Km 22,5. Este ponto é um centro de apoio fundamental, sendo nosso local de dormida. Oferece estrutura para descanso, fotos, lanche, banheiro, recarga de água e um pequeno mercadinho para água mineral. O merecido final para um dia de travessia.

Dia 02 - Cachoeirão por cima
Este é um dos principais desafios da jornada: uma caminhada de 20 km que exige resistência e planejamento.
O cume do Cachoeirão no Vale do Pati: a vista do alto de uma das maiores e mais belas quedas de água da Chapada Diamantina

Dia do Cachoeirão

Cachoeirão por Cima

Prepare-se para um dos dias mais desafiadores, com 20 km de caminhada! Ao longo do percurso, o gerenciamento de energia é crucial, por isso temos pontos de apoio definidos.

Detalhe em macro da flora endémica do Vale do Pati, na Chapada Diamantina, revelando as texturas e cores únicas da vegetação de altitude.

Primeira parada - Km 02

Sombra e água fresca

Ao longo do percurso, o gerenciamento de energia é crucial, por isso temos pontos de apoio definidos. Então, no km 2, fazemos a primeira pausa para hidratação à sombra.

Guia e trilheiro descansando e conversando na sombra da Matinha, um trecho de floresta preservada durante a travessia do Vale do Pati, Chapada Diamantina

Segunda parada - Km 05

Matinha

Aos 5 km, chegamos à Matinha, um ponto de sombra ideal para uma parada estratégica. Aproveite para reforçar o protetor solar e proteger-se do sol antes de seguirmos a trilha aberta.

Travessia a pé pelo Rio Preto no Vale do Pati, Chapada Diamantina, um ponto de passagem comum para trilheiros que iniciam a jornada por Guiné.

Quinta parada - Km 16

Rio Preto

Nossa penúltima parada para descanso ocorre no Km 16, na travessia do Rio Preto. É o momento ideal para refrescar os pés, repor a água e fazer uma pausa estratégica antes de encararmos o trecho final da trilha.

Vista do interior do Vale do Cachoeirão, revelando os imensos paredões de pedra do canyon e a vegetação de fundo de vale na Chapada Diamantina.

Terceira parada - Km 08

Sombra e água fresca

Todo o esforço é recompensado no Km 08, onde a trilha se abre para a primeira grande vista do dia. A parada oferece o panorama majestoso do Vale do Cachoeirão, um cenário inesquecível para fotos e contemplação.

Cachoeirão no Vale do Pati, uma das maiores e mais icónicas quedas de água da Chapada Diamantina, Bahia, com os seus impressionantes paredões rochosos.

Quarta parada - Km 10

Cachoeirão

No Km 10, a trilha nos leva diretamente ao Cachoeirão, onde a água é a principal atração. Faça sua pausa com um visual deslumbrante do Vale do Cachoeirão, que serve como pano de fundo para um merecido descanso.

Hospedagem na Casa de Patrícia, no Vale do Pati, ponto de apoio estratégico com vista privilegiada para o Morro do Castelo e o Cruzeiro.

Final da trilha

Casa de Nativo

Fim de trilha, início do repouso. Encerramos o dia com o acolhimento genuíno na casa de nativo. Entre um banho refrescante, um jantar caseiro e boas conversas, celebramos as conquistas do dia e preparamos o corpo para o próximo horizonte.

Dia 03 - O Desafio do Castelo e Circuito das Cachoeiras
Do Vale ao topo do Morro do Castelo, uma das vistas mais incríveis do Pati
Perspectiva do Morro do Castelo a partir da trilha no Vale do Pati, mostrando a icônica formação rochosa que domina o centro do vale

Dia do Castelo

Morro do Castelo

Faremos paradas estratégicas ao longo do percurso para repor as energias e encarar a subida. A trilha tem um total de 7 km (3,5 km para subir e 3,5 km para descer), exigindo bastante fôlego e determinação.

Trilheiros fazendo a descida técnica do Morro do Castelo no Vale do Pati, enfrentando o declive acentuado entre rochas e vegetação na Chapada Diamantina.

A conquista do Castelo

O Desafio

A trilha do Morro do Castelo é íngreme e, em alguns pontos, exigirá o uso das mãos em pequenas escaladas. No entanto, o caminho é bem demarcado e a mata fechada oferece sombra e umidade.

Interior da Gruta do Morro do Castelo no Vale do Pati, uma passagem natural de rocha quartzito no topo da montanha, Chapada Diamantina

A gruta do Castelo

A Gruta

Para chegar ao cume, atravessamos essa caverna natural com cerca de 30 metros de extensão. É uma experiência única, que torna a ascensão ainda mais memorável antes da vista espetacular.

Trilheiro admirando a vista panorâmica de um dos mirantes do Morro do Castelo, revelando a imensidão verde e os paredões do Vale do Pati.

A vista do topo

Os Três Mirantes

A trilha do Morro do Castelo é íngreme e, em alguns pontos, exigirá o uso das mãos em pequenas escaladas. No entanto, o caminho é bem demarcado e a mata fechada oferece sombra e umidade.

 

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Mirante do Castelo

Mirante de Cima

A experiência atinge seu ápice em três janelas naturais. Dali, é possível contemplar uma vista panorâmica completa, revelando toda a magnitude geográfica e a beleza intocada do Vale do Pati.

 

Uma única e longa cascata caindo no abismo do Cachoeirão, destacando a altura impressionante do paredão rochoso no Vale do Pati.

Três cachoeiras - Pati -BA

Circuito das Cachoeiras

Retomamos a trilha seguindo o vale em direção às águas. A saída da hospedagem é direta para o circuito de cachoeiras, onde teremos três banhos garantidos para uma jornada de pura refrescância.

Casal de trilheiros descansando numa pedra após o banho na Cachoeira da Altina, um momento de relaxamento e conexão no Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Primeira cachoeira

Cachoeira da Altina

Iniciamos o dia com a primeira parada para banho. Aos 2 km, a Cachoeira da Altina nos espera com suas águas revigorantes. É o banho de abertura do dia, perfeito para despertar o corpo e a mente.

Queda d'água da Cachoeira dos Funis caindo em um poço cercado por rochas cobertas de musgo e árvores, criando um cenário de floresta tropical no interior do Vale do Pati.

Segunda cachoeira

Cachoeira dos Funis

Não demora muito para a segunda parada! Apenas 1 km adiante, no Km 3, chegamos à Cachoeira dos Funis. Aproveite o poço para mais um banho garantido e para registrar a beleza singular do local.

 

Trilheiro em pé sobre uma pedra na Cachoeira das Bananeiras, demonstrando a escala da queda d'água e a beleza natural do Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Terceira cachoeira

Cachoeira das Bananeiras

Seguimos a curta e refrescante trilha até o Km 4, onde está a Cachoeira das Bananeiras. Esta é nossa última e terceira oportunidade de banho no dia. Desfrute da imersão na natureza antes de continuarmos o percurso.

 

Ponto de encontro na Prefeitura, o coração do Vale do Pati, onde trilheiros descansam e partilham histórias durante a travessia na Bahia.

Casa de Nativo

Prefeitura

Após as cachoeiras, seguimos o curso do rio até o destino final do dia: a Casa de Nativo. Chegando lá, é hora de descanso, banho e preparativos para o jantar caseiro. O merecido repouso após um dia refrescante de trilha.

Dia 04 - Poço da Árvore e encontro dos rios
O quarto dia é dedicado à recuperação e conexão com as águas, um merecido descanso após os primeiros dias de trekking. É um dia de pouco desafio e muita diversão.
Casa de arquitetura rústica e paredes de adobe, pertencente ao antigo residente Sr. Nô, situada em meio à vegetação nativa do Vale do Pati.

Primeira parada

Casa de Nô

Saímos da casa de nativo com um objetivo: relaxar. A trilha em direção ao Poço da Árvore é curta e tranquila, sem grandes dificuldades ou subidas. É o início perfeito para um dia focado na imersão.

Poço da Árvore no Vale do Pati, uma piscina natural de águas cristalinas sob as raízes de uma árvore centenária na Chapada Diamantina.

Segunda parada

Poço da Árvore

Chegamos ao Poço da Árvore em pouco tempo de caminhada, considerado um dos melhores lugares para banho dentro do Vale do Pati. Embora as águas sejam termais (frias), o local proporciona uma sensação revigorante e uma conexão profunda com a natureza do Vale.

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Terceira parada 

Água Abundante

Não há necessidade de carregar grandes volumes, pois pararemos a cada hora para nos refrescarmos em nascentes de águas puras e cristalinas.

Encontro dos rios no Vale do Pati, onde o Rio Calixto deságua no Rio Pati entre grandes pedras e vegetação nativa da Chapada Diamantina.

Quarta parada

Encontro dos Rios

Este é o momento de "lagartear" — o verbo que usamos para descrever a arte de relaxar! Deite-se nas pedras quentes ao sol e relaxe o corpo completamente. É o descanso terapêutico que prepara o seu corpo para os desafios do dia seguinte.

 

Poço da Árvore no Vale do Pati, uma piscina natural de águas cristalinas sob as raízes de uma árvore centenária na Chapada Diamantina.

Quinta parada

Poço da Árvore

Após o longo e revigorante período no Poço da Árvore, fazemos o retorno à casa de nativo. A caminhada de volta é serena e leve, garantindo que você chegue à hospedagem com o corpo descansado e a mente renovada para aguardar o jantar.

 

Duas trilheiras caminhando pela trilha principal do Vale do Pati, passando ao lado dos imensos paredões rochosos do Morro do Castelo na Chapada Diamantina.

Voltando para casa

Retorno

Retornamos pela mesma trilha, aproveitando a beleza do caminho. No retorno, somos presenteados com a visão emblemática e imponente do Morro do Castelo no horizonte. O dia se encerra na casa de apoio, onde você poderá descansar e se preparar para o último dia de trilha.

Fachada rústica da Casa de Sr. Wilson com jardim gramado e o imponente Morro do Castelo ao fundo, sob o céu aberto do Vale do Pati.

Chegada

Casa de Nativo

Após o retorno e a contemplação final do Morro do Castelo, a trilha nos leva diretamente à casa de apoio onde estaremos alojados. É o momento de desfrutar de um bom banho, relaxar o corpo e a mente, e confraternizar enquanto o aguardado jantar é preparado.

 

Dia 05 - Travessia
Este é um dos principais desafios da jornada: uma caminhada de 16 km que exige resistência e planejamento.
onte de madeira rústica no trilho do Vale do Pati em direção a Andaraí, cruzando um dos rios da Chapada Diamantina durante a travessia.

O começo da despedida

O Último Portal

O trecho final da travessia começa na histórica ponte sobre o Rio Pati, que marca a despedida do coração do Vale rumo a Andaraí. Este marco está situado junto à casa de Sr. Joia e Dona Leu, o último e acolhedor ponto de apoio aos visitantes dentro do Parque Nacional. Cruzar esta ponte significa dar o primeiro passo em direção à lendária Ladeira do Império, uma subida desafiadora e absolutamente inesquecível.

Vista panorâmica da Ladeira do Império no Vale do Pati sob céu nublado, revelando a estrada de pedra histórica serpenteando a montanha entre nuvens.

Segunda parada

Mirante de Despedida

Ao atingirmos as partes mais altas da Ladeira, fazemos uma pausa estratégica para o "último olhar". Daqui, temos uma vista panorâmica arrebatadora de toda a extensão do Vale do Pati que percorremos nos dias anteriores. É o momento perfeito para fotos finais e para processar a imensidão da jornada antes de cruzarmos a crista da serra.

Vista panorâmica da Ladeira do Império no Vale do Pati, mostrando o trilho de pedras histórico a serpentear a encosta com as vastas montanhas da Chapada Diamantina ao fundo.

Terceira parada

Santuário Ecológico

Após a subida, o relevo se estabiliza em um platô elevado. A caminhada segue por entre os campos rupestres, com uma vegetação única de orquídeas, sempre-vivas e cactos. O clima aqui costuma ser mais seco, oferecendo uma perspectiva geográfica completamente diferente do fundo do vale.

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Quarta parada

O Caminho das Pedras

O trecho entre a Boa Vista e Andaraí é o desafio final da nossa jornada. Marcado por um terreno árido e pedregoso — herança da atividade garimpeira — o percurso exige uma saída estratégica às 5h da manhã. O objetivo é vencer o sol forte de Andaraí, uma das regiões mais quentes da Chapada, garantindo que a caminhada seja concluída com frescor e segurança.

Ponte de ferro histórica sobre o Rio Paraguaçu, indicando a chegada na cidade de Andaraí após a travessia do Vale do Pati, na Chapada Diamantina.

O destino final

Chegada em Andaraí

O roteiro se encerra com a chegada à histórica cidade de Andaraí. Após dias de isolamento na natureza, o retorno à civilização é marcado pela sensação de dever cumprido. Celebramos o fim da travessia com um merecido descanso e, quem sabe, um banho revigorante nas águas do Rio Paraguaçu para selar a experiência da Imersão no Pati.

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