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Ancorado, Vale do Pati - BA

Vale do Pati - Conquista

Para os verdadeiros exploradores: este roteiro de 06 dias no Vale do Pati é uma experiência exigente, com 103km que testarão seus limites e elevarão sua alma. Partindo do Vale do Capão, você viverá cada momento intensamente, explorando segredos e paisagens acessíveis apenas a poucos.

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Partida - Vale do Capão

Distância - 103km

Duração - 05 noites e 06 dias

Nível de dificuldade - Difícil

O que está incluído no roteiro?

Hospedagem
Alimentação
Seguro Aventura
Guias Certificados
Translado

Itinerário e Atrações

Conheça a fundo o seu roteiro. Detalhamos abaixo o itinerário dia a dia, incluindo as distâncias percorridas, pontos de apoio e locais de pernoite. Uma visão clara de todas as atrações que esperam por você.

Dia 01 - A Travessia dos Gerais: Do Capão à Rampa do Pati
O Início da Jornada: Desafio e Mirantes do Vieira
Travessia do Córrego das Galinhas, ponto de água estratégico próximo à subida da Rampa do Pati, Chapada Diamantina.

Primeira parada - Km 02

Córrego das Galinhas

A jornada começa com um desafio: a subida até o Córrego das Galinhas. A primeira parada para descanso acontece a cerca de 2 km após o Bomba. Superada essa subida íngreme, a trilha se torna mais suave, com uma caminhada tranquila pelo vasto Gerais do Vieira.

Pequena construção rústica de pedra e madeira conhecida como Rancho, isolada na paisagem de montanha do Vale do Pati sob o céu aberto.

Segunda parada - Km 06

Rancho

Seguindo a caminhada pelos Gerais do Vieira, alcançamos o Rancho. Este ponto é ideal para uma pausa estratégica na sombra, onde podemos reabastecer a água e fazer um lanche rápido. Aqui você experimentará uma das águas mais geladas do Parque Nacional da Chapada Diamantina

 

Vista do Mirante do Quebra Bunda no Vale do Pati, o primeiro ponto panorâmico para quem inicia a travessia a partir de Guiné, Chapada Diamantina.

Terceira parada - Km 07

Mirante do Quebra Bunda

Nossa terceira parada nos presenteia com o Mirante do Quebra Bunda. De lá, é possível avistar toda a extensão do caminho já percorrido nos Gerais. Estaremos em frente ao icônico Morro Manoel Vitor, um dos símbolos da região.

Vista do Mirante do Morro Branco para os imensos paredões do Vale do Pati e arredores, um dos pontos mais altos da travessia na Chapada Diamantina.

Quarta parada - Km 09

Mirante do Morro Branco do Pati

Continuamos a apreciar a paisagem no Mirante dos Gerais do Vieira, conhecido localmente como "Rampa de Delson". Particularmente, um dos melhores lugares para uma pausa: apenas o som da natureza.

 

Oito amigas sentadas no Mirante do Pati, na Bahia, fazendo um gesto de coração com as mãos diante da imensidão do vale, simbolizando a conquista da travessia.

Quinta parada - Km 17

Mirante do Pati

Chegamos a um marco importante: o famoso Mirante do Pati. Neste ponto, a vista panorâmica do Vale é a grande recompensa pelo longo dia de caminhada. Reserve um tempo para contemplar a imensidão da paisagem.

Crianças chegando ao topo da Rampa do Mirante do Pati, Chapada Diamantina, celebrando o final da subida durante um trekking em família.

Sexta parada - Km 18,5

Final da Rampa

Nossa penúltima pausa é estratégica, no Final da Rampa. É crucial para recompor as energias e dar um descanso aos joelhos, pois a descida da rampa é intensa e exige total atenção e cautela.

Património histórico e religioso no Vale do Pati: a Igrejinha, ponto de referência central para trilheiros e símbolo da cultura dos moradores locais.

Sétima parada - Km 22,5

Casa de Nativo

A Igrejinha marca o destino final do dia, no Km 22,5. Este ponto é um centro de apoio fundamental, sendo nosso local de dormida. Oferece estrutura para descanso, fotos, lanche, banheiro, recarga de água e um pequeno mercadinho para água mineral. O merecido final para um dia de travessia.

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Dia 02 - O Desafio do Castelo e Circuito das Cachoeiras
Do Vale ao topo do Morro do Castelo, uma das vistas mais incríveis do Pati
Perspectiva do Morro do Castelo a partir da trilha no Vale do Pati, mostrando a icônica formação rochosa que domina o centro do vale

Dia do Castelo

Morro do Castelo

Faremos paradas estratégicas ao longo do percurso para repor as energias e encarar a subida. A trilha tem um total de 7 km (3,5 km para subir e 3,5 km para descer), exigindo bastante fôlego e determinação.

Trilheiros fazendo a descida técnica do Morro do Castelo no Vale do Pati, enfrentando o declive acentuado entre rochas e vegetação na Chapada Diamantina.

A conquista do Castelo

O Desafio

A trilha do Morro do Castelo é íngreme e, em alguns pontos, exigirá o uso das mãos em pequenas escaladas. No entanto, o caminho é bem demarcado e a mata fechada oferece sombra e umidade.

Interior da Gruta do Morro do Castelo no Vale do Pati, uma passagem natural de rocha quartzito no topo da montanha, Chapada Diamantina

A gruta do Castelo

A Gruta

Para chegar ao cume, atravessamos essa caverna natural com cerca de 30 metros de extensão. É uma experiência única, que torna a ascensão ainda mais memorável antes da vista espetacular.

Trilheiro admirando a vista panorâmica de um dos mirantes do Morro do Castelo, revelando a imensidão verde e os paredões do Vale do Pati.

A vista do topo

Os Três Mirantes

A trilha do Morro do Castelo é íngreme e, em alguns pontos, exigirá o uso das mãos em pequenas escaladas. No entanto, o caminho é bem demarcado e a mata fechada oferece sombra e umidade.

 

Quatro trilheiras conversando e apreciando a vista panorâmica no Mirante de Cima do Morro do Castelo, o ponto mais alto da trilha no Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Mirante do Castelo

Mirante de Cima

A experiência atinge seu ápice em três janelas naturais. Dali, é possível contemplar uma vista panorâmica completa, revelando toda a magnitude geográfica e a beleza intocada do Vale do Pati.

 

Casal de trilheiros descansando numa pedra após o banho na Cachoeira da Altina, um momento de relaxamento e conexão no Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Primeira parada - Km 02

Cachoeira da Altina

Iniciamos o dia com a primeira parada para banho. Aos 2 km, a Cachoeira da Altina nos espera com suas águas revigorantes. É o banho de abertura do dia, perfeito para despertar o corpo e a mente.

Queda d'água da Cachoeira dos Funis caindo em um poço cercado por rochas cobertas de musgo e árvores, criando um cenário de floresta tropical no interior do Vale do Pati.

Segunda parada - Km 03

Cachoeira dos Funis

Não demora muito para a segunda parada! Apenas 1 km adiante, no Km 3, chegamos à Cachoeira dos Funis. Aproveite o poço para mais um banho garantido e para registrar a beleza singular do local.

 

Uma única e longa cascata caindo no abismo do Cachoeirão, destacando a altura impressionante do paredão rochoso no Vale do Pati.

Três cachoeiras - Pati -BA

Circuito das Cachoeiras

Retomamos a trilha seguindo o vale em direção às águas. A saída da hospedagem é direta para o circuito de cachoeiras, onde teremos três banhos garantidos para uma jornada de pura refrescância.

Trilheiro em pé sobre uma pedra na Cachoeira das Bananeiras, demonstrando a escala da queda d'água e a beleza natural do Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Terceira parada - Km 04

Cachoeira das Bananeiras

Seguimos a curta e refrescante trilha até o Km 4, onde está a Cachoeira das Bananeiras. Esta é nossa última e terceira oportunidade de banho no dia. Desfrute da imersão na natureza antes de continuarmos o percurso.

 

Ponto de encontro na Prefeitura, o coração do Vale do Pati, onde trilheiros descansam e partilham histórias durante a travessia na Bahia.

Retorno - 

Prefeitura

Após as cachoeiras, seguimos o curso do rio até o destino final do dia: a Casa de Nativo. Chegando lá, é hora de descanso, banho e preparativos para o jantar caseiro. O merecido repouso após um dia refrescante de trilha.

Dia 03 - Cachoeirão por cima
Este é um dos principais desafios da jornada: uma caminhada de 20 km que exige resistência e planejamento.
O cume do Cachoeirão no Vale do Pati: a vista do alto de uma das maiores e mais belas quedas de água da Chapada Diamantina

Dia do Cachoeirão

Cachoeirão por Cima

Prepare-se para um dos dias mais desafiadores, com 20 km de caminhada! Ao longo do percurso, o gerenciamento de energia é crucial, por isso temos pontos de apoio definidos.

Detalhe em macro da flora endémica do Vale do Pati, na Chapada Diamantina, revelando as texturas e cores únicas da vegetação de altitude.

Primeira parada - Km 02

Sombra e água fresca

Ao longo do percurso, o gerenciamento de energia é crucial, por isso temos pontos de apoio definidos. Então, no km 2, fazemos a primeira pausa para hidratação à sombra.

Guia e trilheiro descansando e conversando na sombra da Matinha, um trecho de floresta preservada durante a travessia do Vale do Pati, Chapada Diamantina

Segunda parada - Km 05

Matinha

Aos 5 km, chegamos à Matinha, um ponto de sombra ideal para uma parada estratégica. Aproveite para reforçar o protetor solar e proteger-se do sol antes de seguirmos a trilha aberta.

Vista do interior do Vale do Cachoeirão, revelando os imensos paredões de pedra do canyon e a vegetação de fundo de vale na Chapada Diamantina.

Terceira parada - Km 08

Sombra e água fresca

Todo o esforço é recompensado no Km 08, onde a trilha se abre para a primeira grande vista do dia. A parada oferece o panorama majestoso do Vale do Cachoeirão, um cenário inesquecível para fotos e contemplação.

Cachoeirão no Vale do Pati, uma das maiores e mais icónicas quedas de água da Chapada Diamantina, Bahia, com os seus impressionantes paredões rochosos.

Quarta parada - Km 10

Cachoeirão

No Km 10, a trilha nos leva diretamente ao Cachoeirão, onde a água é a principal atração. Faça sua pausa com um visual deslumbrante do Vale do Cachoeirão, que serve como pano de fundo para um merecido descanso.

Contemplação no topo do mundo: trilheira aprecia a vista épica da Fenda do Cachoeirão, o ponto alto da aventura no Vale do Pati, Bahia.

Quinta parada - Km 16

Fenda do Cachoeirão

Deixamos o platô do Cachoeirão para encarar a descida pela Fenda em direção à casa de Sr. Eduardo. Por ser um terreno bastante inclinado e levemente exposto, este trecho demanda atenção e é percorrido com todo o suporte técnico necessário. 

Hospedagem na Casa de Patrícia, no Vale do Pati, ponto de apoio estratégico com vista privilegiada para o Morro do Castelo e o Cruzeiro.

Final da trilha

Casa de Nativo

Fim de trilha, início do repouso. Encerramos o dia com o acolhimento genuíno na casa de nativo. Entre um banho refrescante, um jantar caseiro e boas conversas, celebramos as conquistas do dia e preparamos o corpo para o próximo horizonte.

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Dia 04 - Cachoeirão por baixo
Este é um dos principais desafios da jornada: uma caminhada de 20 km que exige resistência e planejamento.
Vista panorâmica à distância do Cachoeirão no Vale do Pati, revelando o enorme cânone em forma de ferradura e as suas quedas d'água na Chapada Diamantina.

Dia do Cachoeirão

O Despertar no Coração do Vale

Saímos da casa de nativo logo cedo, logo após um café da manhã reforçado. O dia começa com a descida em direção ao leito do rio, onde o som da água e o ar fresco da manhã dão o tom da aventura que nos espera nas profundezas do cânion.

Base do Cachoeirão por baixo no Vale do Pati, destacando os imensos paredões de pedra semicirculares e as quedas d'água que caem no poço central.

Primeira parada

O Desafio das Pedras

Nesta etapa, a trilha se transforma. Caminharemos diretamente pelo leito do rio, um trecho técnico que exige equilíbrio e foco entre as pedras. É um momento de conexão intensa com a geologia do Vale, onde cada passo nos aproxima das paredes monumentais que começam a subir ao nosso redor.

Trecho do Rio Cachoeirão no Vale do Pati, exibindo o leito pedregoso e as águas límpidas que cortam o fundo do cânone na Chapada Diamantina.

Segunda parada

Santuário Ecológico

Durante o percurso, faremos paradas estratégicas em poços de águas escuras. O Rio Cachoeirão nos presenteia com nascentes e pequenas quedas que convidam a um rápido refresco, ideal para manter a energia e hidratar o corpo diretamente da fonte.

 

Guia de trilha tirando uma selfie e apontando para a imensa queda d'água do Cachoeirão por baixo, no Vale do Pati, Chapada Diamantina.

Terceira parada

A Imensidão

À medida que avançamos, o vale se estreita e as paredes de pedra se erguem a centenas de metros de altura. Esta parada é dedicada à contemplação da escala humana diante da natureza: você se sentirá pequeno, mas profundamente vivo, cercado por jardins suspensos e paredões milenares

 

Vista da base do Cachoeirão por baixo no Vale do Pati, revelando os imensos paredões rochosos e as quedas d'água que formam um anfiteatro natural na Chapada Diamantina.

Quarta parada

O Ápice: Aos Pés do Gigante

Chegamos à base do Cachoeirão. O impacto é indescritível: olhar para cima e ver as quedas d'água (que podem chegar a mais de 20 dependendo da época) despencando do topo do platô. Aqui, faremos nosso lanche principal, envoltos pela névoa fina e pela energia única deste anfiteatro natural.

O contraste da natureza no Pati: trilheiro atravessa trecho de mata preservada após visitar os paredões rochosos do Cachoeirão.

Quinta parada 

O Caminho de Volta: Luz e Reflexão

Iniciamos o retorno pelo mesmo trajeto, agora sob uma nova perspectiva. A luz do entardecer bate nas paredes do cânion, revelando cores e texturas que não vimos na ida. É o momento de processar a grandiosidade do que acabamos de vivenciar, mantendo o ritmo firme no leito do rio.

Hospedagem tradicional na Casa do Sr. Wilson, um dos pontos de apoio mais icônicos para trilheiros que atravessam o Vale do Pati, Bahia.

Final da trilha

Chegada à Casa de Nativo

A jornada termina onde o conforto nos espera. Chegar à casa de nativo após o esforço do Cachoeirão por baixo é uma das melhores sensações da trilha. Um banho quente, o aroma do jantar caseiro sendo preparado e o descanso merecido encerram este dia épico com a hospitalidade autêntica do Pati.

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Dia 05 - Poço da Árvore e encontro dos rios
O quinto dia é dedicado à recuperação e conexão com as águas, um merecido descanso após os primeiros dias de trekking. É um dia de pouco desafio e muita diversão.
Casa de arquitetura rústica e paredes de adobe, pertencente ao antigo residente Sr. Nô, situada em meio à vegetação nativa do Vale do Pati.

Primeira parada

Casa de Nô

Saímos da casa de nativo com um objetivo: relaxar. A trilha em direção ao Poço da Árvore é curta e tranquila, sem grandes dificuldades ou subidas. É o início perfeito para um dia focado na imersão.

Poço da Árvore no Vale do Pati, uma piscina natural de águas cristalinas sob as raízes de uma árvore centenária na Chapada Diamantina.

Segunda parada

Poço da Árvore

Chegamos ao Poço da Árvore em pouco tempo de caminhada, considerado um dos melhores lugares para banho dentro do Vale do Pati. Embora as águas sejam termais (frias), o local proporciona uma sensação revigorante e uma conexão profunda com a natureza do Vale.

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Terceira parada 

Água Abundante

Não há necessidade de carregar grandes volumes, pois pararemos a cada hora para nos refrescarmos em nascentes de águas puras e cristalinas.

Encontro dos rios no Vale do Pati, onde o Rio Calixto deságua no Rio Pati entre grandes pedras e vegetação nativa da Chapada Diamantina.

Quarta parada

Encontro dos Rios

Este é o momento de "lagartear" — o verbo que usamos para descrever a arte de relaxar! Deite-se nas pedras quentes ao sol e relaxe o corpo completamente. É o descanso terapêutico que prepara o seu corpo para os desafios do dia seguinte.

 

Poço da Árvore no Vale do Pati, uma piscina natural de águas cristalinas sob as raízes de uma árvore centenária na Chapada Diamantina.

Quinta parada

Poço da Árvore

Após o longo e revigorante período no Poço da Árvore, fazemos o retorno à casa de nativo. A caminhada de volta é serena e leve, garantindo que você chegue à hospedagem com o corpo descansado e a mente renovada para aguardar o jantar.

 

Duas trilheiras caminhando pela trilha principal do Vale do Pati, passando ao lado dos imensos paredões rochosos do Morro do Castelo na Chapada Diamantina.

Voltando para casa

Retorno

Retornamos pela mesma trilha, aproveitando a beleza do caminho. No retorno, somos presenteados com a visão emblemática e imponente do Morro do Castelo no horizonte. O dia se encerra na casa de apoio, onde você poderá descansar e se preparar para o último dia de trilha.

Fachada rústica da Casa de Sr. Wilson com jardim gramado e o imponente Morro do Castelo ao fundo, sob o céu aberto do Vale do Pati.

Chegada

Casa de Nativo

Após o retorno e a contemplação final do Morro do Castelo, a trilha nos leva diretamente à casa de apoio onde estaremos alojados. É o momento de desfrutar de um bom banho, relaxar o corpo e a mente, e confraternizar enquanto o aguardado jantar é preparado.

 

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Dia 06 - Rota Calixto e Retorno
Este é o dia mais longo e desafiador da jornada, totalizando 20 km. A trilha combina banhos refrescantes no início e uma longa travessia pelos Gerais antes do retorno final.
Cachoeira do Calixto no Vale do Pati, uma queda d'água rodeada por mata densa e preservada na Chapada Diamantina, Bahia.

Primeira parada

Cachoeira do Calixto

Nossa primeira parada é na Cachoeira do Calixto, aos 8 km da trilha. Após uma boa caminhada, o banho é garantido! Aproveite para um descanso prolongado e a reposição de água antes de seguirmos o longo percurso.

Cachoeira do Sebo, uma queda d'água escondida na região do Calixto, Vale do Pati, integrada na natureza selvagem da Chapada Diamantina.

Segunda parada

Cachoeira do Sebo

Apenas 2 km adiante, no Km 11, chegamos à Cachoeira do Cebo. Esta é a última oportunidade para um banho revigorante antes de entrar nos trechos abertos e longos dos Gerais.

 

Caminho pelo leito do rio na Baixa Funda: um trecho sombreado e refrescante da travessia do Vale do Pati, cercado pela vegetação nativa da Chapada Diamantina.

Terceira parada

Baixa Funda

A trilha segue pelos Gerais do Vieira, e a Baixa Funda marca uma de nossas paradas estratégicas. É o ponto ideal para uma pausa na sombra e a reaplicação do protetor solar antes de continuarmos a travessia. Aproveite para repor a água e descansar o corpo.

Campo aberto no Ancorado com gramíneas verdes e o Morro do Castelo ao fundo sob um céu azul, representando a imensidão do Vale do Pati.

Quarta parada

Ancorado

Continuando o percurso, o Ancorado serve como nossa quarta e importante parada. Este local é um marco de referência na trilha e um excelente ponto para descanso e hidratação. Usamos o Ancorado para gerenciar a energia e nos preparar para os quilômetros finais que nos aguardam.

Ponto de reabastecimento de água no Córrego das Galinhas, trecho de mata galeria na trilha que liga Guiné ao Vale do Pati.

Quinta parada

Córrego das Galinhas

No Córrego das Galinhas, você terá uma visão privilegiada que marca a conclusão do 360 graus. Será possível visualizar e ter a dimensão de todo o trajeto percorrido, celebrando o fim dessa grande travessia.

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